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Aspecto lateral da Fortaleza de Santa Bárbara, sede da Capitania dos Portos
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by Leticia Emanuelle Rigo  
INFORMAÇÕES SOBRE O ACERVO
Miniatura
CONDIÇÕES DE REPRODUÇÃO
Acervo protegido pela Lei nº 9.610/1998. Proibida a reprodução para fins comerciais sem a autorização dos detentores legais do direito. Obrigatória a citação da referência para fins acadêmicos e expositivos. É vedada a remoção da logomarca em qualquer situação.
NÚMERO DE TOMBO
IHG-FOT-2092
TÍTULO
Aspecto lateral da Fortaleza de Santa Bárbara, sede da Capitania dos Portos
DATA / PERÍODO
1935
DESCRIÇÃO
Fotografia capturada do trapiche de acostagem da Capitania dos Portos, revelando a fachada posterior e lateral do Forte Santa Bárbara, em Florianópolis.
O edifício principal da fortificação — erguida em meados do século 18 sobre uma ilhota rochosa para integrar o Sistema de Defesa da Ilha de Santa Catarina e proteger a antiga Vila de Nossa Senhora do Desterro — exibe suas fachadas de alvenaria pintadas de tom claro, circundadas pela espessa muralha protetora cujas fundações em pedras assentam-se diretamente sobre os afloramentos rochosos visíveis na base. O pavimento superior da edificação exibe janelas retangulares e uma abertura em arco ogival remanescente, ilustrando as sucessivas intervenções arquitetônicas sofridas pelo imóvel até o período em que servia como sede ativa para a Capitania dos Portos, sob a jurisdição da Marinha do Brasil, que se instalou no complexo fortificado em 1874 e iniciou as atividades no ano seguinte.
No primeiro plano à esquerda, surgem recortadas de forma desfocada as estruturas verticais e os cabos ou cordames pertencentes ao parapeito e suporte do trapiche da Capitania, direcionando a composição em linha reta até o terrapleno de acesso lateral do forte. No plano médio, o espelho d'água calmo da Baía Sul contorna a base da muralha, banhando diretamente os blocos de rocha antes que as obras modernas de aterramento modificassem de maneira definitiva a paisagem litorânea circundante na década de 1970. Uma árvore de copa densa desenvolve-se no interior do pátio do forte, encobrindo parcialmente a quina esquerda da construção, enquanto a porção da extrema direita mostra um bloco anexo de alvenaria com cobertura em telhas e reboco desgastado pelo clima marítimo.
Ao fundo, elevando-se de forma proeminente logo atrás de toda a linha construída do forte, observa-se a encosta de um morro recoberto por densa vegetação arbórea nativa da Ilha de Santa Catarina, recortando-se contra um céu claro e sem nuvens que preenche o quadrante superior. Ao longe, na margem direita de fundo, avistam-se pequenos traços de ocupação costeira de baixa densidade.
O edifício principal da fortificação — erguida em meados do século 18 sobre uma ilhota rochosa para integrar o Sistema de Defesa da Ilha de Santa Catarina e proteger a antiga Vila de Nossa Senhora do Desterro — exibe suas fachadas de alvenaria pintadas de tom claro, circundadas pela espessa muralha protetora cujas fundações em pedras assentam-se diretamente sobre os afloramentos rochosos visíveis na base. O pavimento superior da edificação exibe janelas retangulares e uma abertura em arco ogival remanescente, ilustrando as sucessivas intervenções arquitetônicas sofridas pelo imóvel até o período em que servia como sede ativa para a Capitania dos Portos, sob a jurisdição da Marinha do Brasil, que se instalou no complexo fortificado em 1874 e iniciou as atividades no ano seguinte.
No primeiro plano à esquerda, surgem recortadas de forma desfocada as estruturas verticais e os cabos ou cordames pertencentes ao parapeito e suporte do trapiche da Capitania, direcionando a composição em linha reta até o terrapleno de acesso lateral do forte. No plano médio, o espelho d'água calmo da Baía Sul contorna a base da muralha, banhando diretamente os blocos de rocha antes que as obras modernas de aterramento modificassem de maneira definitiva a paisagem litorânea circundante na década de 1970. Uma árvore de copa densa desenvolve-se no interior do pátio do forte, encobrindo parcialmente a quina esquerda da construção, enquanto a porção da extrema direita mostra um bloco anexo de alvenaria com cobertura em telhas e reboco desgastado pelo clima marítimo.
Ao fundo, elevando-se de forma proeminente logo atrás de toda a linha construída do forte, observa-se a encosta de um morro recoberto por densa vegetação arbórea nativa da Ilha de Santa Catarina, recortando-se contra um céu claro e sem nuvens que preenche o quadrante superior. Ao longe, na margem direita de fundo, avistam-se pequenos traços de ocupação costeira de baixa densidade.
DIMENSÕES EM CM (Altura x Largura)
8,5 x 14
COLEÇÃO / SÉRIE
Álbum / Conjunto | Espaço Construído e Urbanismo > Arquitetura militar | Espaço Construído e Urbanismo | Álbum / Conjunto > Família Boiteux (Doação) | Espaço Construído e Urbanismo > Infraestrutura e Engenharia | Espaço Construído e Urbanismo > Infraestrutura e Engenharia > Portuária | Santa Catarina
LOCALIDADE:
TIPO DE SUPORTE
TÉCNICA FOTOGRÁFICA
CROMIA
PALAVRA-CHAVE / TEMAS
Forte Santa Bárbara, Capitania dos Portos, Florianópolis, Santa Catarina, Sistema de Defesa da Ilha, arquitetura militar, fortificação luso-brasileira, patrimônio histórico, Iphan, muralha de pedra, rochas, trapiche, passarela, Baía Sul, mar, morro, vegetação, mastro, Marinha do Brasil
QUANTIDADE
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DATA DE ATUALIZAÇÃO
18 de junho de 2026
CONTROLE INTERNO E GESTÃO DO ACERVO
OUTROS NÚMEROS
000043
ESTADO DE CONSERVAÇÃO
TRANSCRIÇÃO DE ANOTAÇÕES
Verso: n.º 43.
DIREITOS AUTORAIS
PROCEDÊNCIA DE TITULARIDADE
CATALOGADOR
Leticia Emanuelle Rigo
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