Acervo protegido pela Lei nº 9.610/1998. Proibida a reprodução para fins comerciais sem a autorização dos detentores legais do direito. Obrigatória a citação da referência para fins acadêmicos e expositivos. É vedada a remoção da logomarca em qualquer situação.
NÚMERO DE TOMBO
IHG-FOT-2787
TÍTULO
Retrato coletivo do Balneário de Ilha Redonda, em Palmitos
DATA / PERÍODO
13/03/1929
DESCRIÇÃO
Retrato coletivo de turistas e pioneiros no Balneário Ilha Redonda, localizado no município de Palmitos, Santa Catarina, cuja área foi descoberta em 1907 por Manuel Francisco dos Santos e Maria Sabina da Conceição. A estância ganhou projeção regional devido ao valor terapêutico das águas termais minerais que brotam a 37°C próximo às margens do Rio Uruguai, consolidando a estrutura de lazer desenvolvida a partir da construção do primeiro pavilhão de madeira em 1924.
No primeiro plano, em pátio de terra, destacam-se várias mulheres reclinadas em espreguiçadeiras de lona listrada, ao lado de crianças sentadas diretamente no chão e chapéus de palha dispostos sobre a superfície. No plano médio, organiza-se um numeroso grupo de homens, mulheres e crianças posicionados em pé e sentados, vestindo trajes característicos do final da década de 1920, como ternos com gravata, vestidos claros de corte reto e blusas de mangas longas, observando-se também a presença de pessoas com trajes brancos de cozinheiro na porção direita.
Ao fundo, situa-se a edificação em madeira do balneário, composta por paredes de tábuas verticais, janelas amplas com caixilhos divididos em quadrantes de vidro, alpendre e cobertura com beirais decorados por lambrequins. Na margem inferior do anverso, encontra-se registrada em tom claro a legenda “LEMBRANÇA DO BALNEARiO ILHA REDONDA 13 DE MARÇO DE 1929".
Balneário Ilha Redonda, Palmitos, Santa Catarina, grupo de turistas, pioneiros, águas termais, termalismo, espreguiçadeiras de lona, edificação de madeira, lambrequins, retratística de grupo, moda dos anos 1920, vestidos de corte reto, ternos, chapéu de palha, vestuário histórico, turismo de lazer, Rio Uruguai, fotografia histórica, acervo documental